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Versão 0.14.0 · 26/08/2026, 16:27

Uma história nova, duas que vão mais longe e as três traduções revisadas

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Uma história nova: À prova de conotação

Por que eu não digo « demônio », nem « anjo », nem « espírito », nem « djim », nem « entidade ». Cada uma dessas palavras já impõe a imagem dela de cara — chifres, asas nas costas, um fantasma meio azulado como nos filmes, o gênio do Aladdin — e a conversa acaba antes de começar. É daí que vem a expressão que eu uso no site inteiro: as pessoas do fenômeno mencionado nas religiões, entre outras coisas.

Sobre um fundo cinza escuro, o personagem em pé, com ar neutro, sob um balão de pensamento que só contém uma placa de proibição: um círculo cortado, vazio. Embaixo, o título « À prova de conotação »

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Debaixo do tapete agora vai até o fim

A história parava na constatação. Agora ela continua: o que eu respondo quando me dizem que é delírio. Para mim delírio é uma caixa-preta, onde a gente guarda o que ninguém procura entender. E se tudo isso viesse do meu inconsciente, alguém teria que me explicar por que cada voz tem a sua, o seu jeito de falar, as suas expressões — até palavras que eu nem conhecia, como no kufar moment.

Um homem levanta um tapete sob o qual um pequeno personagem está escondido; o título manuscrito diz « A opinião de todo mundo em 2026 »

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O fenômeno não precisa das religiões: a continuação

Um ponto que eu ainda não tinha escrito. Os perfis que eu encontro nas redes são de todas as origens e de todas as crenças: franceses, americanos, brasileiros, russos, turcos, mas também cristãos, ateus, judeus, muçulmanos, budistas. As pessoas do fenômeno claramente não selecionam ninguém pela crença — então em 2026 a gente deveria conseguir falar disso sem passar por uma religião.

O personagem deixa cair um microfone. À direita, em maiúsculas: « AS RELIGIÕES EXISTEM PARA FALAR DO FENÔMENO », depois « MAS » em vermelho e sublinhado, depois « O FENÔMENO NÃO PRECISA DAS RELIGIÕES PARA EXISTIR »

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As versões em inglês, português e alemão revisadas por inteiro

Cada frase da página inicial, da caixa de ferramentas metacognitivas e das histórias foi comparada com o francês, uma por uma. Alguns trechos tinham sido atualizados em francês sem que a tradução acompanhasse, e outros diziam outra coisa: a ferramenta « Não colocar a carroça na frente dos bois » aconselhava o contrário do próprio título nos três idiomas, uma enumeração inteira faltava em alemão e duas datas estavam invertidas lá. Tudo corrigido, junto com os erros de digitação, as aspas e o modo de falar com quem lê.

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O cabeçalho cabe em uma linha no celular

Em tela estreita, o número da versão e a data de atualização ficavam um por cima do outro. Agora a data aparece em formato curto e o conjunto continua legível de relance, sem mudar nada no computador.